SELVAGEM E IRRACIONAL,
ELA CAUSA A PRÓPRIA DOR
O MEDO LHE IMPULSIONA AO ABISMO
SUA ESSÊNCIA BUSCA A LIBERDADE
QUE NEM SABE ONDE DEIXOU
NA VERDADE NUNCA TEVE.
SEMPRE ESTEVE LIMITADA, CERCADA
AGORA TORNOU-SE BARREIRA
CAUSOU INCÔMODO, E POR POUCO
NÃO CAUSOU MAIS DOR
LOGO ELA, QUE SÓ QUERIA A LIBERDADE
TEVE, NO MEIO DO ASFALTO,
O COMEÇO DO SEU FIM.
SANGUE, DOR, RESPIRAÇÃO OFEGANTE,
ASSUSTADA, ACUADA, AINDA MAIS LIMITADA,
POBRE ÉGUA ABANDONADA...
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Seres noturnos
Seres que veneram a noite,
Vivem em alcovas enfurnados,
Sentindo em seus corpos cada açoite
Assim, rastejando já não são abençoados.
Vermes, que o amor desejam,
O amor, porém de tais seres zomba
E a vida em vilempediados os transforma,
Sentem-se na trepidação da corda bamba
E todas as sensações sonham alcançar
Vermes tolos não querem da vida desistir
E rompem a noite na ânsia louca de amar
E na incessante busca do sentir:
Clamam, sofrem e choram sem cessar
Porém, de suas próprias alcovas,
Nunca serão capazes de escapar.
(escrito em 2004)
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Recepção
Receber a informação do texto
Dar-lhe emoção com seu contexto
Esse é o papel do leitor
Que ao ler age como ator.
Colocar no texto a própria história
Traçar novos rumos para o literário,
Quem ler pode mudar o itinerário
Do que foi pensado pelo dono da memória.
As leituras de mundo, as informações acerca do discurso
Trazem o novo envolvido pelo velho sentido
E o que para muitos mantinha o mesmo percurso
Agora nova estética revela, é o novo texto permitido.
Independente do estilo literário aplicado
Quem escreve perde o controle sobre o que cria
Assim como filhos que os pais pensam ter orientado
O texto pelo mundo viaja e aonde chega se recria.
A beleza está nos olhos de quem ver
Já diziam os velhos sábios de outros tempos
Não adiante querer o futuro prever
Pois, é o humano fruto dos contratempos.
Dar-lhe emoção com seu contexto
Esse é o papel do leitor
Que ao ler age como ator.
Colocar no texto a própria história
Traçar novos rumos para o literário,
Quem ler pode mudar o itinerário
Do que foi pensado pelo dono da memória.
As leituras de mundo, as informações acerca do discurso
Trazem o novo envolvido pelo velho sentido
E o que para muitos mantinha o mesmo percurso
Agora nova estética revela, é o novo texto permitido.
Independente do estilo literário aplicado
Quem escreve perde o controle sobre o que cria
Assim como filhos que os pais pensam ter orientado
O texto pelo mundo viaja e aonde chega se recria.
A beleza está nos olhos de quem ver
Já diziam os velhos sábios de outros tempos
Não adiante querer o futuro prever
Pois, é o humano fruto dos contratempos.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Na câmara ou na cama
NO MUNDO EM QUE VIVEMOS
NEM SEMPRE ESCOLHEMOS
O LUGAR ONDE NASCER
OU A FAMILIA QUE VAMOS TER.
MAS, MUITAS COISAS NOS É PERMITIDO
PODEMOS SIM, DAR SENTIDO
DIRECIONAR E ABRIR CAMINHOS
OPÇÕES QUE SÃO DADAS APÓS SAIR DOS NINHOS.
E BOM É SABER COM TUDO ISSO
CRIAR E CULTIVAR NOVOS SENTIDOS
SENTIMENTOS QUE GERAM COMPROMISSO
COM CADA PESSOA QUE FICAMOS ENVOLVIDOS.
E O MUNDO ESTÁ AI O TEMPO TODO A OFERECER
POR MAIS QUE ALGUMAS PESSOAS NÃO QUEIRAM VER
COMPROMISSOS TEMOS COM TODOS DESDE O NASCER
DA SOCIEDADE FAZER PARTE, TRAZ A NECESSIDADE DE CONVIVER.
CONVIVER, VIVER COM AS DIFERENÇAS, MANTENDO A DIGNIDADE
ISSO SE TORNA AINDA MAIS PRECISO PARA OS QUE TEM NOTORIEDADE
NÃO ADIANTA QUERER MANIPULAR, ACHAR QUE NÃO É PERCEBIDO
NA CÂMARA OU NA CAMA, SENTIMENTO SINCERO É PRECISO SER MANTIDO.
NEM SEMPRE ESCOLHEMOS
O LUGAR ONDE NASCER
OU A FAMILIA QUE VAMOS TER.
MAS, MUITAS COISAS NOS É PERMITIDO
PODEMOS SIM, DAR SENTIDO
DIRECIONAR E ABRIR CAMINHOS
OPÇÕES QUE SÃO DADAS APÓS SAIR DOS NINHOS.
E BOM É SABER COM TUDO ISSO
CRIAR E CULTIVAR NOVOS SENTIDOS
SENTIMENTOS QUE GERAM COMPROMISSO
COM CADA PESSOA QUE FICAMOS ENVOLVIDOS.
E O MUNDO ESTÁ AI O TEMPO TODO A OFERECER
POR MAIS QUE ALGUMAS PESSOAS NÃO QUEIRAM VER
COMPROMISSOS TEMOS COM TODOS DESDE O NASCER
DA SOCIEDADE FAZER PARTE, TRAZ A NECESSIDADE DE CONVIVER.
CONVIVER, VIVER COM AS DIFERENÇAS, MANTENDO A DIGNIDADE
ISSO SE TORNA AINDA MAIS PRECISO PARA OS QUE TEM NOTORIEDADE
NÃO ADIANTA QUERER MANIPULAR, ACHAR QUE NÃO É PERCEBIDO
NA CÂMARA OU NA CAMA, SENTIMENTO SINCERO É PRECISO SER MANTIDO.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Paredes da ilusão
Eles dizem que querem aprender
Mas, parecem estar perdidos
Esperamos fazê-los encontrar sentidos
Diante da diversidade são levados a fazer.
Fazer o que? Por quê? Para quem?
Mentes controladas agem como zumbis
Se o “bom caminho” lhes é mostrado
Podem até não ter destinos alterados.
A flexibilização das relações
Faz surgir livres descendentes,
Estes de tão livres não sabem aonde ir
Não há um objetivo a seguir
Não há regras a cumprir
Subordinar torna-se fácil ato
Já que percurso não há de fato.
A era dos desejos traz o medo
Andar na tênue ponte entre abismos
Torna-se ação natural do ser
Mesmo para os que penetram suas garras
Nas paredes da ilusão.
Constatação: desejo+liberdade=medo (insegurança).
Mas, parecem estar perdidos
Esperamos fazê-los encontrar sentidos
Diante da diversidade são levados a fazer.
Fazer o que? Por quê? Para quem?
Mentes controladas agem como zumbis
Se o “bom caminho” lhes é mostrado
Podem até não ter destinos alterados.
A flexibilização das relações
Faz surgir livres descendentes,
Estes de tão livres não sabem aonde ir
Não há um objetivo a seguir
Não há regras a cumprir
Subordinar torna-se fácil ato
Já que percurso não há de fato.
A era dos desejos traz o medo
Andar na tênue ponte entre abismos
Torna-se ação natural do ser
Mesmo para os que penetram suas garras
Nas paredes da ilusão.
Constatação: desejo+liberdade=medo (insegurança).
All right
I wanna be everything
I wanna be nothing
I just need you on me
If I have you in my life
Everything is gonna be all right
But, where are you?
I don’t know, I can’t answer it
So, I have to believe you are somewhere.
I wanna be nothing
I just need you on me
If I have you in my life
Everything is gonna be all right
But, where are you?
I don’t know, I can’t answer it
So, I have to believe you are somewhere.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Fernando Pessoa
Fernando nome de pessoa
Onde dentro de si não apenas um
Mas vários, ganharam vida
Vida plena e produtiva
Pagã, niilista, estóica, atomista e ocultista
Modernista e clássico.
Ser que em 47 anos vividos
Trouxe consigo um mundo literário
De Chevalier de Pas, aos seis anos
Passando por Reis, Caeiro e Campos
Entre outros tantos
Inovou na criação dos heterônimos.
Quem não perde o fôlego?
Ao ler “Autopsicografia”
Quem não viaja dentro de si?
Ao ler suas poesias.
Deve no Olimpo hoje repousar
Pois se disse através de Reis
Ser Cristo o Deus triste
Ele que pela vida tão grandiosamente passou
Não menos Deus se tornou
Pois uma nova seita fundou
Sempre em busca se essência do ser
Do que nos leva ao prazer
Do que nos faz permanecer
Nesta vida de loucos sem o ser
Assim podemos um pouco sentir e viajar
Na pessoa de Fernando
Com Fernando e suas pessoas.
Onde dentro de si não apenas um
Mas vários, ganharam vida
Vida plena e produtiva
Pagã, niilista, estóica, atomista e ocultista
Modernista e clássico.
Ser que em 47 anos vividos
Trouxe consigo um mundo literário
De Chevalier de Pas, aos seis anos
Passando por Reis, Caeiro e Campos
Entre outros tantos
Inovou na criação dos heterônimos.
Quem não perde o fôlego?
Ao ler “Autopsicografia”
Quem não viaja dentro de si?
Ao ler suas poesias.
Deve no Olimpo hoje repousar
Pois se disse através de Reis
Ser Cristo o Deus triste
Ele que pela vida tão grandiosamente passou
Não menos Deus se tornou
Pois uma nova seita fundou
Sempre em busca se essência do ser
Do que nos leva ao prazer
Do que nos faz permanecer
Nesta vida de loucos sem o ser
Assim podemos um pouco sentir e viajar
Na pessoa de Fernando
Com Fernando e suas pessoas.
terça-feira, 12 de julho de 2011
I
I'm not brave
But I'm not a slave
I wanna make it right
If we would be together at night
Show me your better smile
To see it I'm able to run for miles...
But I'm not a slave
I wanna make it right
If we would be together at night
Show me your better smile
To see it I'm able to run for miles...
domingo, 26 de junho de 2011
SERgipano
SER SERGIPANO É APRENDER A OLHAR PARA DENTRO
RECONHECER NO NOSSO PEQUENO ESTADO
UM GRANDE ESTADO DE ESPÍRITO
SOFREMOS INFLUÊNCIA DOS ESTADOS QUE NOS CERCAM
ISSO É NORMAL, FAZ PARTE
MAS, TEMOS IDENTIDADE, SÓ PRECISAMOS
CONHECER-NOS MELHOR,
PRECISAMOS NOS PERMITIR, OUVIR E SENTIR
O QUE NOSSO POVO SIMPLES TEM A DIZER;
APRECIAR AS PAISAGENS DE CANINDÉ,
A VISTA MARAVILHOSA E A NATUREZA DA SERRA DE ITABAIANA,
(ah, na verdade a maior parte da serra é de Areia Branca),
CONHECER A CACHOEIRA DE MACAMBIRA,
AS PRAIAS DE INDIAROBA, ESTÂNCIA E ITAPORANGA,
A QUERIDA SERRA DO CRUZEIRO DE SIMÃO DIAS,
FAZER RAPEL NAS PONTES DE SÃO DOMINGOS E AJU-BARRA,
E PARA QUEM GOSTA DE CAVERNAS TEMOS EM VÁRIAS CIDADES,
NÃO PODEMOS ESQUECER A FOZ DO SÃO FRANCISCO EM BREJO,
E NÃO TEM COISA MELHOR DO QUE O SÃO JOÃO EM TODO O ESTADO,
ATÉ MESMO ONDE NÃO HÁ GRANDES ATRAÇÕES VOCÊ ENCONTRA
AO MENOS UM TRIO PÉ DE SERRA,
E SERGIPE TAMBÉM TEM ROCK SERTÃO EM GLÓRIA,
FESTAS E FETIVAIS PARA TODOS OS GOSTOS EM ARACAJU
(É CLARO Q SEMPRE QUEREMOS E DEVEMOS QUERER MAIS).
BOM, É ISSO; AMO MEU ESTADO E PODERIA ENCHER VÁRIAS PÁGINAS
DESTACANDO LUGARES INTERESSANTES, PESSOAS IMPORTANTES, COMIDAS ESPECIAIS E OUTRAS COISAS QUE ESTE ESTADO TEM PARA OFERECER.
E OS PROBLEMAS? EXISTEM VÁRIOS;
DEVEMOS FICAR ATENTOS AS MANOBRAS POLITÍCAS, FRAUDES E FALCATRUAS;
SERGIPE É UM ESTADO RICO, E SEU POVO MERECE COMPARTILHAR DESSA RIQUEZA.
RECONHECER NO NOSSO PEQUENO ESTADO
UM GRANDE ESTADO DE ESPÍRITO
SOFREMOS INFLUÊNCIA DOS ESTADOS QUE NOS CERCAM
ISSO É NORMAL, FAZ PARTE
MAS, TEMOS IDENTIDADE, SÓ PRECISAMOS
CONHECER-NOS MELHOR,
PRECISAMOS NOS PERMITIR, OUVIR E SENTIR
O QUE NOSSO POVO SIMPLES TEM A DIZER;
APRECIAR AS PAISAGENS DE CANINDÉ,
A VISTA MARAVILHOSA E A NATUREZA DA SERRA DE ITABAIANA,
(ah, na verdade a maior parte da serra é de Areia Branca),
CONHECER A CACHOEIRA DE MACAMBIRA,
AS PRAIAS DE INDIAROBA, ESTÂNCIA E ITAPORANGA,
A QUERIDA SERRA DO CRUZEIRO DE SIMÃO DIAS,
FAZER RAPEL NAS PONTES DE SÃO DOMINGOS E AJU-BARRA,
E PARA QUEM GOSTA DE CAVERNAS TEMOS EM VÁRIAS CIDADES,
NÃO PODEMOS ESQUECER A FOZ DO SÃO FRANCISCO EM BREJO,
E NÃO TEM COISA MELHOR DO QUE O SÃO JOÃO EM TODO O ESTADO,
ATÉ MESMO ONDE NÃO HÁ GRANDES ATRAÇÕES VOCÊ ENCONTRA
AO MENOS UM TRIO PÉ DE SERRA,
E SERGIPE TAMBÉM TEM ROCK SERTÃO EM GLÓRIA,
FESTAS E FETIVAIS PARA TODOS OS GOSTOS EM ARACAJU
(É CLARO Q SEMPRE QUEREMOS E DEVEMOS QUERER MAIS).
BOM, É ISSO; AMO MEU ESTADO E PODERIA ENCHER VÁRIAS PÁGINAS
DESTACANDO LUGARES INTERESSANTES, PESSOAS IMPORTANTES, COMIDAS ESPECIAIS E OUTRAS COISAS QUE ESTE ESTADO TEM PARA OFERECER.
E OS PROBLEMAS? EXISTEM VÁRIOS;
DEVEMOS FICAR ATENTOS AS MANOBRAS POLITÍCAS, FRAUDES E FALCATRUAS;
SERGIPE É UM ESTADO RICO, E SEU POVO MERECE COMPARTILHAR DESSA RIQUEZA.
terça-feira, 21 de junho de 2011
PARA SER CRIADAS
PARA SER CRIADAS ESTÃO TODAS AS COISAS
UMAS MAIS ADIANTADAS, NA PRÁTICA
OUTRAS NO IMAGINÁRIO, NA MÁQUINA
E AS LINHAS DE REALIZAÇÃO E ACONTECIMENTOS
SE CRUZAM A TODO O MOMENTO.
SERÁ Q INTERFERE O EXTERNO NO INTERNO?
O EXTERIOR NO INTERIOR?
QUAIS FATOS ALTERAM O DESTINO?
EM Q, A MORTE DE BIN LANDEN,
ALTERA A VIDA DO SERGIPANO?
QUAIS ELOS SÃO PRIMORDIAIS E QUAIS SÃO SECUNDÁRIOS?
IDÉIAS, ???, FLASHES DE REFLEXÃO, PEQUENOS DELÍRIOS.
UMAS MAIS ADIANTADAS, NA PRÁTICA
OUTRAS NO IMAGINÁRIO, NA MÁQUINA
E AS LINHAS DE REALIZAÇÃO E ACONTECIMENTOS
SE CRUZAM A TODO O MOMENTO.
SERÁ Q INTERFERE O EXTERNO NO INTERNO?
O EXTERIOR NO INTERIOR?
QUAIS FATOS ALTERAM O DESTINO?
EM Q, A MORTE DE BIN LANDEN,
ALTERA A VIDA DO SERGIPANO?
QUAIS ELOS SÃO PRIMORDIAIS E QUAIS SÃO SECUNDÁRIOS?
IDÉIAS, ???, FLASHES DE REFLEXÃO, PEQUENOS DELÍRIOS.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
UM PÉ DE ANGICO
Um pé de angico em minha memória,
Lugar para brincar, nem seis anos de história,
O desafio de penetrar aquele resquício de mata
Fascinava a criança que desafios buscava.
Pedras, búzios, gravatás, restos de um passado,
A intensidade daqueles momentos
Estão nas entranhas de minha trajetória,
Assim como as raízes do angico, estão nas pedras encravadas.
Mas o espinhento angico de minha memória
Agora não passa de uma foto
Em alguma caixa guardada.
Foto com sentimento de fraternidade,
Com símbolos do sertão presentes,
E ao fundo, resistente e imponente, está o angico de minha memória.
Lugar para brincar, nem seis anos de história,
O desafio de penetrar aquele resquício de mata
Fascinava a criança que desafios buscava.
Pedras, búzios, gravatás, restos de um passado,
A intensidade daqueles momentos
Estão nas entranhas de minha trajetória,
Assim como as raízes do angico, estão nas pedras encravadas.
Mas o espinhento angico de minha memória
Agora não passa de uma foto
Em alguma caixa guardada.
Foto com sentimento de fraternidade,
Com símbolos do sertão presentes,
E ao fundo, resistente e imponente, está o angico de minha memória.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Disparidades
Leis sobrenaturais buscam
Integrar-se a vidas reais,
Cidadãos incompreendidos negam
Os supra-sentidos imateriais.
A justiça injusta busca a cura
Mas a sociedade está maculada,
E a cura que já passou pela tortura,
Hoje é momentaneamente questionada.
Questionamentos intermitentes induzem
Soluções ineficientes aos nobres populares
Que por não conhecer, humildemente se satisfazem.
A ideologia dos desfavorecidos forma patamares,
Pois as hierarquias financeiras a poucos trazem
A tão esperada solução que só alcança os cadáveres.
Integrar-se a vidas reais,
Cidadãos incompreendidos negam
Os supra-sentidos imateriais.
A justiça injusta busca a cura
Mas a sociedade está maculada,
E a cura que já passou pela tortura,
Hoje é momentaneamente questionada.
Questionamentos intermitentes induzem
Soluções ineficientes aos nobres populares
Que por não conhecer, humildemente se satisfazem.
A ideologia dos desfavorecidos forma patamares,
Pois as hierarquias financeiras a poucos trazem
A tão esperada solução que só alcança os cadáveres.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Ser eminente
A mudança iminente se faz necessária,
O ser eminente precisa manter-se no seu patamar,
O fluir dos acontecimentos o torna flexível para retificar suas posturas,
Ele intende constantemente seu ato reflexivo,
Para absolver-se das correntes de sua alma,
Absorvendo busca manter-se,
Que é mais difícil que tornar-se;
Começa a entender o que o fez emergir nas águas de sua vida
Imergindo nos poros de sua essência.
Assim, fruirá da transitoriedade da existência,
Trafegando por novos caminhos
Ele agora ratifica com firmeza
Os atos que o colocaram em tal patamar.
O ser eminente precisa manter-se no seu patamar,
O fluir dos acontecimentos o torna flexível para retificar suas posturas,
Ele intende constantemente seu ato reflexivo,
Para absolver-se das correntes de sua alma,
Absorvendo busca manter-se,
Que é mais difícil que tornar-se;
Começa a entender o que o fez emergir nas águas de sua vida
Imergindo nos poros de sua essência.
Assim, fruirá da transitoriedade da existência,
Trafegando por novos caminhos
Ele agora ratifica com firmeza
Os atos que o colocaram em tal patamar.
sábado, 9 de maio de 2009
Poesia
Magia sombria
Que irradia
Todos os meus dias
Dias de dor e calor,
Dias de prazer e frio,
Dias sem fim,
Sedimentados com palavras.
Safra colhida no enegrecer
De cada ciclo terreno.
Poderia haver ardor?
Poderia haver amor?
Mas há apenas fantasia
Despida de pudor
Trajando ousadia
E inspirando o que é em si,
A mais límpida
Contudo, impura
Poesia.
Que irradia
Todos os meus dias
Dias de dor e calor,
Dias de prazer e frio,
Dias sem fim,
Sedimentados com palavras.
Safra colhida no enegrecer
De cada ciclo terreno.
Poderia haver ardor?
Poderia haver amor?
Mas há apenas fantasia
Despida de pudor
Trajando ousadia
E inspirando o que é em si,
A mais límpida
Contudo, impura
Poesia.
Seres amáveis
Sorrisos efêmeros, carinho constante.
Em seus olhares tudo pode ser visto.
Quanta esperança, quantos sonhos, quanta magia.
O toque arisco é inesquecível,
O olhar confiante, é chuva em terra árida.
Vivacidade, energia, vibração.
Sensações instantâneas, ações momentâneas.
Objetivadas pelo cerne humano.
Por quanto manterás este agridoce sabor?
Quão bom foi sentir este frescor,
Pureza desmedida, natureza em plenitude.
Correr, sorrir, beijar, abraçar, acariciar;
Toda a ação gerando amor, todo amor
Gerado por tão doces seres amáveis.
Quão triste seria o mundo sem tais seres.
Em seus olhares tudo pode ser visto.
Quanta esperança, quantos sonhos, quanta magia.
O toque arisco é inesquecível,
O olhar confiante, é chuva em terra árida.
Vivacidade, energia, vibração.
Sensações instantâneas, ações momentâneas.
Objetivadas pelo cerne humano.
Por quanto manterás este agridoce sabor?
Quão bom foi sentir este frescor,
Pureza desmedida, natureza em plenitude.
Correr, sorrir, beijar, abraçar, acariciar;
Toda a ação gerando amor, todo amor
Gerado por tão doces seres amáveis.
Quão triste seria o mundo sem tais seres.
Tempo
Tempo...
Tempo de alegria,
Tempo de sofrimento,
Vamos viver cada momento.
Tempo gasto com trabalho,
Tempo gasto com sentimentalismos,
Vamos amenizar ideologismos.
Tempo para amar,
Tempo para odiar,
Contextos vamos analisar.
Relativizando o tempo
Chegaremos a um ponto ameno
Para equilibrar sentidos e momentos.
Tempo de alegria,
Tempo de sofrimento,
Vamos viver cada momento.
Tempo gasto com trabalho,
Tempo gasto com sentimentalismos,
Vamos amenizar ideologismos.
Tempo para amar,
Tempo para odiar,
Contextos vamos analisar.
Relativizando o tempo
Chegaremos a um ponto ameno
Para equilibrar sentidos e momentos.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
ESSÊNCIA PETRIFICADA
Viver em meio às pedras
É de certo modo um privilégio,
Mesmo se as pedras não são
Do mais puro minério.
Está em dias atuais, ileso a seus arranhões
É imensamente impossível.
Estas pedras foram os traços distintivos
Da carne da minha alma.
Se neste instante, sou o que sou
É este o fato culminante por ter eu
Sido abraçado, apertado e acolhido
No calor frio e morno dessas pedras apertadas.
Sob o sol e o céu, sobre poeira e pedras,
Percorro caminhos e estradas,
Giro meu mundo deformado e deturpado,
Mas ao fim de tudo, É aqui que aterriso
Nas minhas pedras apertadas,
No meu “Apertado de pedras”.
Em meio às pacatas vidas incansáveis,
Sinto a luz do sol penetrar em meus poros,
Calor ameno que chama seu complemento,
À noite; latidos, zunidos, uivos e silêncios;
Fazem companhia às minhas viagens imóveis.
Dia e noite, luz e escuridão
Toda essa imensidão.
Nutre a alma ferida porém, cicatrizada.
Do ser pedrense que se sente
Imune no cume de suas estabilidade
Momentânea, só por estar em meio
As minhas pedras apertadas,
No meu “Apertado de Pedras”.
É de certo modo um privilégio,
Mesmo se as pedras não são
Do mais puro minério.
Está em dias atuais, ileso a seus arranhões
É imensamente impossível.
Estas pedras foram os traços distintivos
Da carne da minha alma.
Se neste instante, sou o que sou
É este o fato culminante por ter eu
Sido abraçado, apertado e acolhido
No calor frio e morno dessas pedras apertadas.
Sob o sol e o céu, sobre poeira e pedras,
Percorro caminhos e estradas,
Giro meu mundo deformado e deturpado,
Mas ao fim de tudo, É aqui que aterriso
Nas minhas pedras apertadas,
No meu “Apertado de pedras”.
Em meio às pacatas vidas incansáveis,
Sinto a luz do sol penetrar em meus poros,
Calor ameno que chama seu complemento,
À noite; latidos, zunidos, uivos e silêncios;
Fazem companhia às minhas viagens imóveis.
Dia e noite, luz e escuridão
Toda essa imensidão.
Nutre a alma ferida porém, cicatrizada.
Do ser pedrense que se sente
Imune no cume de suas estabilidade
Momentânea, só por estar em meio
As minhas pedras apertadas,
No meu “Apertado de Pedras”.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Êxtase
Alma nua,
Carne crua,
Minha língua na sua.
Sexo ao avesso,
Reverso do desejo,
Gozo do beijo.
Gosto quando te vejo
Na cama pelo espelho,
Nossos corpos ladeados
No afã do êxtase outrora almejado.
Carne crua,
Minha língua na sua.
Sexo ao avesso,
Reverso do desejo,
Gozo do beijo.
Gosto quando te vejo
Na cama pelo espelho,
Nossos corpos ladeados
No afã do êxtase outrora almejado.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
SEQUÊNCIA DO ATO
Chegou.
Olhou.
Pensou?
Agiu.
Fingiu?
Sentiu?
Tocou.
Amou?
Calou.
Pediu.
Curtiu?
Partiu.
Voltará?
Tocará?
Amará?
Saber? Nunca.
Sonhar? Sempre.
25/02/06
IVAN SANTANA
Olhou.
Pensou?
Agiu.
Fingiu?
Sentiu?
Tocou.
Amou?
Calou.
Pediu.
Curtiu?
Partiu.
Voltará?
Tocará?
Amará?
Saber? Nunca.
Sonhar? Sempre.
25/02/06
IVAN SANTANA
DISPARIDADES
Leis sobrenaturais buscam
Integrar-se a vidas reais,
Cidadãos incompreendidos negam
Os supra-sentidos imateriais.
A justiça injusta busca a cura
Mas a sociedade está maculada,
E a cura que já passou pela tortura,
Hoje é momentaneamente questionada.
Questionamentos intermitentes induzem
Soluções ineficientes aos nobres populares
Que por não conhecer, humildemente se satisfazem.
A ideologia dos desfavorecidos forma patamares,
Pois as hierarquias financeiras a poucos trazem,
A tão esperada solução, que só alcança os cadáveres.
Integrar-se a vidas reais,
Cidadãos incompreendidos negam
Os supra-sentidos imateriais.
A justiça injusta busca a cura
Mas a sociedade está maculada,
E a cura que já passou pela tortura,
Hoje é momentaneamente questionada.
Questionamentos intermitentes induzem
Soluções ineficientes aos nobres populares
Que por não conhecer, humildemente se satisfazem.
A ideologia dos desfavorecidos forma patamares,
Pois as hierarquias financeiras a poucos trazem,
A tão esperada solução, que só alcança os cadáveres.
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